sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O beijo na boca



                 O BEIJO NA BOCA!









O beijo na boca traz muitos benefícios para a saúde. Estudos comprovaram que o ato de beijar na boca estimula o cérebro a liberar endorfina, uma substância responsável pela sensação de prazer e bem-estar.
Quanto mais prolongado e apaixonado, maiores os benefícios. Já se sabe que o beijo movimenta 29 músculos (17 da língua). Por isso, além de queimar cerca de 12 calorias por beijo, mantém o rosto mais jovem porque o trabalho muscular dá firmeza à pele.
  • Um beijo apaixonado pode significar a aplicação de uma pressão de 12 Kg sobre os lábios.

  • Uma pessoa troca em média, 24 mil beijos ao longo de toda a sua vida, desde os maternais até os apaixonados.

  • Quando beijam, 97% das mulheres fecham os olhos. Apenas 30% dos homens fazem o mesmo.

  • Para beijar o ser humano movimenta 29 músculos (12 do lábio e 17 da língua).

  • Em cada beijo os apaixonados trocam 9 mg de água, 0,7g de albuminas
  •  0,18 g de substâncias orgânicas, 0711 mg de gorduras e 0,45mg de sais.
  • 250 virus e bactérias diferentes podem ser repassados no beijo.

  • Quando se beija alguém, resíduos de sua saliva permanecem em sua boca por três dias.



Além do carinho, do afecto e das emoções compartilhadas durante o beijo na 

boca, as pessoas trocam saliva (fluido formado por 99% de água e que contém 

amilase, enzima digestiva que decompõe o amido contido nos alimentos), sais 

minerais e uma variedade de vírus e bactérias, muitos deles causadores de 

doenças transmitidas pela saliva desde as mais simples e inofensivas até as 

mais perigosas como as sexualmente transmissíveis.


Beijar na boca de várias pessoas aumenta em quatro vezes mais as 

possibilidades de contrairem doen;as 

Com a chegada do Carnaval envolve samba, agito, bebida alcoólica e muita paquera,a juventude tende a beijar mais. Nas festas, o moderno hábito de ficar é cada vez mais comum. Muitos jovens e adultos afirmam beijar diversas pessoas em uma só festa, uma maneira de se divertir e aproveitar o momento.
No Carnaval, sem dúvida, essa proporção aumenta, haja vista que a concentração de pessoas nos dias de Carnaval é maior em comparação a outras festas, além do fato de ser uma festa praticada por todo o Brasil.
No caso, o beijo deveria ser um momento mágico, uma grande expressão de afeto entre um casal, mas ele também funciona como um intercâmbio de germes e doenças.


A boca é um local repleto de bactérias, por isso um simples beijo pode resultar em diversas doenças e bacterias.



O contato entre as bocas, a saliva e os fluídos, por transmitir desde infecções leves até infecções crônicas. Para ter um Carnaval mais tranquilo, conheça as doenças mais comuns transmitidas pelo beijo.


 Cárie dental







Todo mundo sabe o quanto é chato, caro e doloroso cuidar de um dente 

cariado, sem falar no barulho assustador do motorzinho. O que muita gente 

não sabe é que a cárie pode ser transmitida por meio do beijo.

Doença infectocontagiosa causada por bactérias como Streptococcus mutans, 

que provoca a desmineralização do esmalte do dente, ocasionando destruição

 localizada, progressiva e irreversível.


Muitas das bactérias que provocam a deterioração dos dentes podem chegar à 
sua boca através dos beijos. O positivo é que a saliva, própria ou do parceiro, é 
sim saudável: luta contra as bactérias, vírus e fungos



Mononucleose infecciosa






Popularmente chamada “doença do beijo”, é altamente infecciosa pois precisa

 apenas do contacto directo da mucosa com a saliva contaminada para ser 

transmitido. É uma doença de progressão benigna e muito comum; 79% dos 

casos são causados pelo vírus Epstein-Barr, e 21%, pelo Cytomegalovirus,

 ambos transmitidos pelo beijo, saliva e troca de outras secreções. A doença do

 beijo caracteriza-se, entre outros sintomas, por mal-estar, febre, dor de 

cabeça e de garganta, aumento de gânglios linfáticos, em especial no pescoço, 

e aparecimento de pequenas manchas vermelhas no palato (céu-da-boca). 

Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio.

Apesar de comum, nem todo indivíduo que entra em contato com o vírus 

Epstein-Barr vai manifestar os sintomas da doença, às vezes, ela passa 

despercebida. Mesmo assim, vale o cuidado. 

 Os primeiros sinais costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato 

com a pessoa infectada.

— O início da doença é marcado por febre, indisposição e dor de garganta. Depois, surgem ínguas na região do pescoço, manchas vermelhas pelo corpo, perda de apetite e enjoo. O quadro também pode evoluir para aumento do fígado e do baço.

A boa notícia é que, segundo a médica da Unifesp, o vírus Epstein-barr é como o da catapora, caxumba e rubéola, ou seja, só se pega uma vez na vida. E, como na maioria  das viroses, não há medicamento específico para tratar a mononucleose.

 A recomendação dos especialistas é repouso, uso de analgésico, antitérmico e anti-inflamatório, hidratação e boa alimentação.
Descansar bastante e fazer gargarejos com água e sal para aliviar a irritação causada na garganta tambem ajuda.

Citomegalovírus








 É uma outra infecção viral, com sintomas e forma de transmissão similares a da mononucleose: através da saliva, fluídos e sangue contaminados. Os sintomas são parecidos aos de uma gripe forte, e mesmo que geralmente não haja complicações maiores, paras as grávidas a infecção apresenta perigos.

Ambos transmitidos pelo beijo, saliva e troca de outras secreções. 

caracteriza-se, entre outros sintomas, por mal-estar, febre, dor de cabeça e de garganta, 

aumento de gânglios linfáticos, em especial no pescoço, e aparecimento de pequenas manchas 

vermelhas no palato (céu-da-boca). Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio.



 Gengivite





Inflamação da gengiva que pode progredir e atingir o osso alveolar, que envolve e segura os 

dentes. É causada pela placa bacteriana, película incolor e pegajosa que se forma

 continuamente nos dentes.

A gengivite provoca vermelhidão no contorno dos dentes, gengiva inchada e 

sangramento. É uma infecção causada por bactérias que pode ser tratada com 

pomadas e enxagüantes bucais. Difícil é saber se aquele gatinho lindo tem 

gengivite ... urgh! Beijando alguém com gengivite, essas bactérias vão fazer a

 festa na sua boca!


Ainda que seja uma doença que afeta a placa bacteriana e não se defina como “contagiosa”, segundo a Associação Dental Americana (American Dental Association – ADA), se beijar uma pessoa que tenha gengivite e depois não cuidar de seus dentes, as bactérias que chegam “de visita” à sua boca podem começar a causar lesões.


Infecção por estreptococos






Também conhecida em inglês como “strep disease”, essa doença bacteriana contagiosa se dá através dos beijos e causa uma infecção na garganta. La Biblioteca Nacional de Medicina do Peru explica que a doença gera plaquetas, dores de garganta e sintomas similares aos da angina.

Os estreptococos do grupo A são bactérias (germes) encontradas normalmente na garganta e na pele de pessoas saudáveis. Esporadicamente, estes germes podem causar dor de garganta ou infecção cutânea leve. E, raramente os estreptococos do grupo A, causam uma versão grave da doença chamada de infecção invasiva por estreptococos do grupo A.

Quais são os sintomas da infecção causada por estreptococos do grupo A?

As formas mais comuns e leves da infecção causada por este germe incluem febre, dor de garganta e/ou infecções da pele. Em alguns casos, a infecção causada por estreptococos do grupo A pode agravar-se, podendo ocorrer escarlatina, infecções do ouvido, problemas renais e febre reumática. Quando estes germes penetram em partes do corpo onde estas bactérias não costumam estar presentes, como por exemplo, abaixo da pele, no sangue, nas articulações ou nos pulmões pode haver desenvolvimento de doença grave, chamada de infecção invasiva por estreptococos do grupo A.










Faringite 








Inflamação da faringe, região situada entre as amígdalas e laringe (onde se forma a voz), pode ser causada por vírus e bactérias.


A faringite é uma doença inflamatória da mucosa que reveste a faringe e que se manifesta por avermelhamento e inchação da mesma Em geral, é uma infecção viral que começa o ataque, predispondo a colonização e infecção por bactérias.
A porta de entrada é a oral, pela veiculação dos agentes causadores através das gotinhas de flügge, isto é, salpicos de saliva que as pessoas eliminam ao falar, tossir ou espirrar.



Laringite 







Inflamação aguda ou crónica da laringe (onde estão as cordas vocais), causada por vírus e também bactérias.

laringite é um processo inflamatório que acomete a laringe, pode ser agudo 

ou crônico, infeccioso ou não, localizado ou presente em um quadro sistêmico.

Entre as causas da laringite, estão as infecções virais (que é  a mais comum), 

infecções bacterianas (podendo ser aguda ou crônica), fungos, reações 

alérgicas, inflamação devido ao uso intenso das cordas vocais, tosse excessiva,

 fumo e consumo deálcool.

Os sintomas variam de acordo com a gravidade da infecção e sua causa. O 

sinal clínico mais óbvio é o prejuízo da voz, que vai desde a rouquidão até e 

perda da capacidade da fala. Além desses sintomas, o quadro clínico inclui 

garganta seca e dolorida, dificuldade de deglutição, tosse, sensação de inchaço 

na região da laringe, sintomas semelhantes à gripe e resfriado, aumento dos 

linfonodos no pescoço, peito e face, febre e dificuldade de respirar. 

Para prevenir  este tipo de infecção é importante permanecer saudável e 

repousar normalmente para minimizar condições que levam à laringite, além 

de evitar o fumo, a exposição à fumaça e o excesso de álcool. É importante 

sempre beber muito líquido não gelado e evitar abusar da voz.




 Amigdalite









  Inflamação das amígdalas, geralmente provocada por uma infecção 

estreptocócica (bacteriana) ou, com menos frequência, por uma infecção viral.

A amigdalite é uma infecção das amígdalas, que são órgãos responsáveis 
exatamente pela defesa de algumas infecções e que estão localizadas na 
garganta. Usualmente o termo se refere à forma mais comum, que é a 
amigdalite estreptocócica (causada por bactérias em forma de coco), mas a 
doença também pode ser causada por outros tipos de bactéria.
A transmissão da amigdalite ocorre pelo contato direto com a saliva ou a 
secreção nasal de pessoas doentes ou portadoras da bactéria, principalmente 
quando o indivíduo se encontra com baixa resistência. É importante destacar 
que muitos indivíduos possuem o contato com a pessoa doente e poucos a 
adquirem.
  • Quando a amigdalite é bacteriana, há presença de dor de garganta, febre alta, cansaço e aparecimento de placas brancas nas amígdalas. É importante diferenciar a amigdalite estreptocócica das dores de garganta.

Herpes labial 








Afecção cutânea aguda causada pelo Herpes simplex virus. O vírus pode ser

 transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e 

deixa o lábio cheio de pequenas bolhas.


  • o vírus pode ser transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e deixa o lábio cheio de pequenas bolhas. A herpes tipo 1 é caracterizada como labial e a tipo 2 como genital, mas com a prática do sexo oral, o vírus do tipo 1 pode causar a genital e vice-versa.

Ninguém passa herpes labial só porque é portador do vírus, ela só é 

transmissível quando surgem as bolhas na boca. Então, é melhor não beijar

 ninguém que esteja com esse probleminha, certo? É importante saber que o 

vírus da herpes labial é bem diferente da herpes genital, ou seja, herpes labial 

não passa para as partes genitais, e vice e versa. Além disso, a herpes labial 

não é considerada DST, a genital sim.




Candidíase 







Também conhecido como “sapinho”, caracteriza-se por áreas brancas na mucosa que, quando raspadas, deixam a região vermelha e sangrante. É causada por leveduras pertencentes ao género Candida albicans.  



 Gripe 







Doença infecciosa muito contagiosa, quase sempre epidémica, devido a vários vírus do grupo Myxovirus influenzae.



Hepatite







Há risco de transmissão do tipo B da doença, caso haja lesões e feridas na 

mucosa oral. Atenção aos piercings da lingua e do lábio! O tipo A é 

transmitido por fezes e o tipo C, apenas por agulhas. A vacinação pode 

prevenir o tipo A e B.

Tipo A:

 a principal forma de contágio da hepatite A é por meio de fezes contaminadas. 

É super raro, mas eventualmente ela também pode ser transmitida através do 

beijo. A hepatite A também provoca febre, diarréia e deixa a pele amarelada.

 Não existe um tratamento específico para a doença, os médicos indicam

 muuuuito repouso e nada de bebida alcoólica, hein? 

Tipo B:

a hepatite B também pode ser transmitida pelo beijo. Para isso acontecer, a

 pessoa doente tem que ter um machucadinho na boca, corte, ou qualquer 

coisa que libere sangue. A forma mais comum de contágio dessa doença é pelo

contato com sangue contaminado: seringas, transfusões, etc. E nem pense em

 fazer sexo sem camisinha. A hepatite B afeta o fígado e num estágio mais

avançado pode até causar cirrose.

Tipo C:

 a hepatite C não pode ser transmitida pelo beijo. Para saber mais sobre

 hepatite, clique aqui.

Boa notícia: existe uma vacina para prevenir hepatite! Geralmente é aplicada em duas doses, quem toma não corre o risco de pegar! 




 Meningite









Inflamação das meninges (conjunto das três membranas que envolvem o eixo cerebroespinhal    

meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – 

membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser 

causada, principalmente, por vírus ou bactérias. O quadro das meningites 

virais é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e 

resfriados.Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos 

meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa 

geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria. Ela, causada

 pela Neisseria meningitidis, pode causar inflamação nas meninges e, também,

 infecção generalizada (meningococcemia). O ser humano é o único hospedeiro 

natural desta bactéria cujas sequelas podem ser variadas: desde dificuldades 

no aprendizado até paralisia cerebral, passando por problemas como surdez.

transmissão se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa 

doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a 

bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o 

contágio




Tuberculose





  • A tuberculose é uma doença infecciosa, cujo agente etiológico é uma micobactéria denominada Mycobacterium tuberculosis
As regiões atingidas pela tuberculose oral envolvem, usualmente, a língua,

 mandíbula, maxila, lábios, processos alveolares, gengiva e mucosa jugal,

podendo também atingir a região da faringe, amígdalas e cavidade nasal.




 Sífilis









Doença sexualmente transmissível causada pelo Treponema pallidum

(treponema pálido). Caracteriza-se por uma ferida indolor no lábio ou na língua 

e gânglios no pescoço. A transmissão é considerada muito rara.




Parece coisa de antigamente, mas não é não. A sífilis é uma doença que pode 

comprometer diversos órgãos: pele, olhos, ossos, sistema cardiovascular, 

sistema nervoso. Mas calma lá, a maioria dos casos de transmissão é através 

do sexo desprotegido (sem camisinha). Mas você precisa saber que também 

pode pegar sífilis beijando uma pessoa doente que tiver uma ferida na mucosa 

da boca. O maior problema da sífilis é o diagnóstico, visto que pode ser

confundida com muitas outras doenças. Geralmente, trata-se sífilis com um 

antibiótico chamado, Penicilina. 



Além destas doenças, existem muitas outras que podem ser transmitidas pela saliva, e neste caso falar, tossir ou espirrar a menos de 1 metro do indivíduo já pode ser perigoso. Rubéola, sarampo, meningite, caxumba, tuberculose e catapora são alguns exemplos destas doenças.


"Feridas nos lábios, mau hálito, dentes mal cuidados e sangramento gengival (gengivite) são indicativos de maus cuidados com a higiene bucal; e o beijo deve ser evitado"
Os beijoqueiros devem ter cautela durante o ano todo, mas principalmente no Carnaval, onde muitos intensificam o ato de beijar. O beijo na boca pode transmitir várias doenças, inclusive as sexualmente transmissíveis.



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